segunda-feira, 6 de julho de 2009
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MÚSICA DO DIA: LEMON - U2Jean Charles: Filme
Pensei em escrever um monte de coisas sobre esse filme, mais precisamente a minha opinião sobre tudo isso justamente porque, eu me recuso a pagar uma entrada no cinema por ele e menos ainda alugá-lo quando sair em DVD. Mas, vou tentar ser breve: Vocês se lembram quando uma garota de Londres veio aqui pro Brasil e foi esquartejada pelo namorado viciado em drogas? Lembram também quando aquela freira missionária que veio até aqui, para defender os povos da floresta e da Amazônia foi assassinada a sangue frio por pistoleiros do Pará? Vira e mexe também aparece na tevê alguma notícia de algum turista estrangeiro que esteve por aqui em férias e que morreu assassinado. Se não se lembram, procurem no Google. E aí, um brasileiro morre na Europa, vira herói (quem sabe agora, até santo) e nós fazemos um filme disso!
Curioso é que na época, eu não me lembro da televisão ter falado que Jean Charles estava como ilegal no país, nem muito menos me lembro de dizerem que ele conseguia passaportes ilegais e que por conta disso levou muita gente pra lá também, não falaram nada como se isso realmente fosse apenas um mero detalhe, afinal de contas!
Sempre penso que toda história, independente de qual seja, tem os seus dois lados - e essa é só mais uma delas. Jean Charles morreu de uma maneira absurda e estúpida (é claro!), mas ele também não foi e nem é o santo/herói que estão pintando desde a sua morte e agora mais ainda com esse filme. Não assisti e não vou assistir porque pra mim, isso parece mais um sensacionalismo barato do que uma produção de cinema. Não vou mudar a minha opinião do que acho a respeito dessa história toda e inclusive, da sua repercussão... Mesmo se assistisse (ainda mais interpretado por bons atores dos quais eu admiro) tampouco também me sensibilizaria com a história da sua vida, no entanto, lendo alguns blogs que escreveram sobre a produção em si, um deles, me chamou a atenção justamente por ser aquilo que eu já tinha certeza:
(...) "O roteiro tenta fazer com que o espectador se identifique com a vida de Jean Charles (Selton Mello) de modo forçado, repetitivo, apelativo, fácil, chato. O protagonista é apresentado como levando a vida no "jeitinho brasileiro", trabalhando duro e levando parentes e amigos para o exterior com passaportes ilegais com a desculpa de que não era crime, ele estava ajudando amigos a ter uma vida melhor. A verdade é que na vida de Jean Charles não há nada especial para se armar uma grande ficção, ou um filme "inspirado em uma história real" (sic). O espectador aguarda a morte de Jean, não pela morbidez com que ela é apresentada, mas em aguardo ao final do filme. E ele não acaba com o evento. O diretor ainda prolonga o filme na tentativa de sensibilizar o espectador mostrando dias depois da morte com a visita de representantes do governo do Reino Unido visitando a família Menezes e entregando um cheque de R$60.000,00 para cobrir os "gastos funerários", além de mostrar que a vida dos familiares que estavam com ele no exterior continuou do mesmo modo."
Créditos: Rafael na Net
Cada cabeça uma sentença. Ainda bem!
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(sua outra metade!), gênio forte, amiga, sincera mode on, falante, teimosa, consumista, comilona,
irônica & adoravelmente sarcástica a ponto de conseguir tirar a paciência até dos monges budistas do Tibet!
Inesquecível, pontual, blasé, 8 ou 80, pensa com a cabeça, mas na maioria das vezes age mais com o coração, romântica, chorona, vaidosa, ansiosa – sofre por antecipação, míope, observadora, boca suja, narcisista e chocólatra assumida.
Gosta de tevê (seriados, documentários, realitys shows fúteis e os desenhos animados também). Não compra jornais e nem revistas, pois acha muito mais prático ler pela Internet. Em contra partida, devora livros como se fosse a ultima sobremesa do planeta e por conta disso,
seus maiores heróis não vem dos quadrinhos ou da televisão, mas sim, dos romances da Idade Média; Rei Artur, Morgana, Merlin, Galahad - "As Brumas de Avalon" e "As Crônicas de Artur", são suas referências como ótimas leituras, assim como o seu gosto pelo terror de Stephen King.
Ama escrever (não é a toa que tem um blog né?) e assume o seu lado nerd de não viver mais sem esse mundo cibernético.
Gosta de emoções fortes: Já saltou de pára-quedas (mas morre de medo de viajar de avião), já fez rafting, simpatiza-se por parques de diversão e já saltou pendurada por uma corda a 75 metros de altura, odeia academias e acha que às vezes,
uma boa dose de adrenalina é realmente necessária na vida de qualquer mortal.
É filha única de pais preciosos, contudo, quando se fala em amizade existem alguns amigos que ela os considera como irmãos-de-alma e que valem muito mais do que se fossem do seu sangue.
Não é expert em arte ou pinturas, mas aprecia o surreal de Salvador Dalí e o Pop Art de Andy Warhol e Roy Lichtenstein.
Tem também os seus poetas, escritores e adjacentes favoritos; Mario Quintana, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Pablo Neruda, Florbela Espanca, Cecília Meireles, Clarice Lispector, crônicas de Arnaldo Jabor e Luis Fernando Veríssimo.
Adora conhecer novos lugares, mas também adora o sossego do seu lar, gosta de rock, estrelas, cheesecake, jantar com os amigos, fotografias, dias chuvosos, tatuagens (parou de contar depois da décima), moda, maquiagem e considera os anos 80 a melhor década de todos os tempos.
Juliana A-M-A viajar! E acha que uma viagem é o melhor investimento em dinheiro na vida de qualquer pessoa, pois se realmente o mundo é pequeno - como muitos dizem, com uma mochila nas costas e a mente aberta ele torna-se infinito em seu tamanho! Em 2008
--> "Atenção, esta
vida contém cenas explícitas de tédio nos intervalos da emoção. Quem não gostar
que conte outra ou vire artista e faça sua própria versão, aqui não tem segunda
sessão."
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segunda-feira, 6 de julho de 2009

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