sexta-feira, 10 de julho de 2009
|
MÚSICA DO DIA: AFRICA - TOTOA Chegada da Calopsita!Ontem no feriado fomos almoçar na casa dos meus pais. Meus pais moram no 11º andar de um prédio que fica em um bairro muito tranqüilo aqui em São Caetano e embora seja um lugar abarrotado de prédios por todos os lados, eles têm uma vista privilegiada, tanto da sala quanto dos quartos e que dá para ver um horizonte beeeem longe! Quando foi à tarde, logo depois do almoço, o garoto do andar de baixo interfonou lá e perguntou se minha mãe havia perdido uma Calopsita.
G-Zus! A saga começou aí.
Minha mãe disse que não e ele explicou que há algumas horas atrás apareceu uma na sacada dele e que estava empoleirada na redinha de proteção para crianças há um tempão. Fui até a sacada da sala e de lá eu conseguia ver a calopsita perdida e assustada no andar de baixo. Eu assoviava e ela respondia, fui com a sua cara de imediato e por conta disso me senti na obrigação de fazer alguma coisa por ela. Interfonei de volta para o menino e perguntei (já achando estranho) se ele não ia tirar o passarinho dalí... E como eu já esperava, ele disse que não. Perguntei o motivo e ele explicou lamentando que a mãe dele não havia deixado e que não era pra ele nem encostar lá. Pensei: "Que tipo pedra é o coração da vaca da sua mãe??" Mas, tudo que fiz foi perguntar se então eu podia ir lá pegar e ele disse que sim! Desci com o Rick e voltamos com uma Calopsita linda, extremamente assustada, mas que ao mesmo tempo era bem mansinha também!
Começou então a parte II dessa saga:
Como não havia gaiolas em casa eu a coloquei dentro de uma caixa de papelão para ao poucos, ela ir se acalmando e eu pensar no que fazer logo depois, só que quem ficou nervosa foi a minha mãe, que começou a discutir comigo dizendo que ela ia morrer alí dentro, que deveria estar com fome, com sede e já decidindo a vida da calopsita para os próximos 3 anos. Impressionante! Fiquei imaginando se eu tivesse trazido uma lhama pra casa e minha mãe brigando comigo porque que ela ia morrer dentro daquele caixote. Nesse curto espaço de tempo, meu pai a tirou da caixa e já tinha feito amizade com aquele simpático ser de penas... E... Segundos depois a calopsita já estava no ombro dele puxando a haste do seu óculos – "Olha Ju! Olha como ela é mansinha! Ela gosta de carinho na cabeça olha, olha".
E então começamos a parte III da saga:
Minha mãe interfonando pro prédio inteiro a procura do dono enquanto ao mesmo tempo, brigava comigo por eu ter enfiado um passarinho numa caixa de papelão (acho que ela estava esperando eu cuspir uma gaiola, só pode), o Ricardo rindo da situação, eu pensando em aonde arrumar uma gaiola, pra justamente não ser esfolada viva, (lembram? foi feriado – logo: tudo estava fechado e eu já tava analisando seriamente em como fazer pra cuspir uma mesmo) e meu pai abrindo um pacote de bolachas água e sal pra dar pro passarinho. Depois de toda essa bagunça: a preocupação louca da minha mãe, eu correndo risco de ser esganada por ela e o bom senso do meu pai e do Ricardo diante de uma situação tão simples como essa – tudo, felizmente, foi se resolvendo e aí?
Bom e aí veio a parte IV da saga – O Final Feliz;
Foi quando uma alma iluminada – A dona Lídia, vizinha do 14º andar sabendo de todo o acontecimento, emprestou uma gaiola que foi das suas duas calopsitas: ela havia comprado uma nova há uns 3 meses e então doou essa pra gente. Trouxe até um pouco de ração, porque à essa altura, a minha mãe também já estava achando que a bichinha fujona estava virada ao avesso de tanta fome! Fim da história. UFA!
O dono ainda não apareceu (e muito provavelmente nem vai aparecer, tomara), encontramos um canto pra Calopsita que hoje pesquisando na internet, descobri ser uma fêmea. Sendo assim, minha mãe já a batizou com o nome de Lalick (personagem do livro Stonehenge que ela terminou de ler dias atrás) e sem maiores traumas, um lar decente ao invés de uma caixa de papelão (lembre-se: era provisório) ou peles esfoladas, eis que até o presente momento a família agora, conta com mais um membro na casa! Só espero que na próxima ninguém perca uma lhama, um mamute ou algo proporcionalmente preocupante: "Juliana sua louca, como é que você vai deixar esse ALCE nessa caixa de papelão?" Minha mãe me mata. Certeza!

Receba os posts do Blog em seu Email!comentários, sugestões, ajuda espiritual:
ou 1 $
...
...
...
...
..
O Blog é melhor visualizado com o 
(sua outra metade!), gênio forte, amiga, sincera mode on, falante, teimosa, consumista, comilona,
irônica & adoravelmente sarcástica a ponto de conseguir tirar a paciência até dos monges budistas do Tibet!
Inesquecível, pontual, blasé, 8 ou 80, pensa com a cabeça, mas na maioria das vezes age mais com o coração, romântica, chorona, vaidosa, ansiosa – sofre por antecipação, míope, observadora, boca suja, narcisista e chocólatra assumida.
Gosta de tevê (seriados, documentários, realitys shows fúteis e os desenhos animados também). Não compra jornais e nem revistas, pois acha muito mais prático ler pela Internet. Em contra partida, devora livros como se fosse a ultima sobremesa do planeta e por conta disso,
seus maiores heróis não vem dos quadrinhos ou da televisão, mas sim, dos romances da Idade Média; Rei Artur, Morgana, Merlin, Galahad - "As Brumas de Avalon" e "As Crônicas de Artur", são suas referências como ótimas leituras, assim como o seu gosto pelo terror de Stephen King.
Ama escrever (não é a toa que tem um blog né?) e assume o seu lado nerd de não viver mais sem esse mundo cibernético.
Gosta de emoções fortes: Já saltou de pára-quedas (mas morre de medo de viajar de avião), já fez rafting, simpatiza-se por parques de diversão e já saltou pendurada por uma corda a 75 metros de altura, odeia academias e acha que às vezes,
uma boa dose de adrenalina é realmente necessária na vida de qualquer mortal.
É filha única de pais preciosos, contudo, quando se fala em amizade existem alguns amigos que ela os considera como irmãos-de-alma e que valem muito mais do que se fossem do seu sangue.
Não é expert em arte ou pinturas, mas aprecia o surreal de Salvador Dalí e o Pop Art de Andy Warhol e Roy Lichtenstein.
Tem também os seus poetas, escritores e adjacentes favoritos; Mario Quintana, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Pablo Neruda, Florbela Espanca, Cecília Meireles, Clarice Lispector, crônicas de Arnaldo Jabor e Luis Fernando Veríssimo.
Adora conhecer novos lugares, mas também adora o sossego do seu lar, gosta de rock, estrelas, cheesecake, jantar com os amigos, fotografias, dias chuvosos, tatuagens (parou de contar depois da décima), moda, maquiagem e considera os anos 80 a melhor década de todos os tempos.
Juliana A-M-A viajar! E acha que uma viagem é o melhor investimento em dinheiro na vida de qualquer pessoa, pois se realmente o mundo é pequeno - como muitos dizem, com uma mochila nas costas e a mente aberta ele torna-se infinito em seu tamanho! Em 2008
--> "Atenção, esta
vida contém cenas explícitas de tédio nos intervalos da emoção. Quem não gostar
que conte outra ou vire artista e faça sua própria versão, aqui não tem segunda
sessão."
..









sexta-feira, 10 de julho de 2009

No Flickr: